Bancários capixabas aprovam adesão à paralisação nacional

Em assembleia na sede do Sindicato, os bancários capixabas referendaram a adesão ao Dia Nacional de Paralisação nesta quarta-feira, 15, contra o Projeto de Lei 4330, que abre as portas para a terceirização no mercado de trabalho brasileiro. As ações no Espírito Santo estão sendo articuladas pelo Fórum Campo Cidade, que reúne centrais sindicais como […]

Em assembleia na sede do Sindicato, os bancários capixabas referendaram a adesão ao Dia Nacional de Paralisação nesta quarta-feira, 15, contra o Projeto de Lei 4330, que abre as portas para a terceirização no mercado de trabalho brasileiro.

As ações no Espírito Santo estão sendo articuladas pelo Fórum Campo Cidade, que reúne centrais sindicais como Intersindical, CUT, CSP Conlutas e movimentos sociais.

O PL foi aprovado na Câmara Federal no dia 8 de abril, apesar das manifestações contrárias dos trabalhadores. Na segunda-feira, 13, diretores do Sindicato e de outras entidades distribuíram panfletos na Festa da Penha, em Vila Velha, mobilizando os capixabas para o movimento contra a terceirização e denunciando os deputados que votaram contra os interesses dos trabalhdores. 

Dos dez deputados federais que compõem a bancada do Espírito Santo na Câmara, sete votaram a favor do PL 4330 que precariza ainda mais as condições de trabalho no Brasil. São eles: Evair de Melo (PV), Lelo Coimbra (PMDB), Marcus Vicente (PP), Dr. Jorge Silva (PROS); Paulo Foletto (PSB), Sérgio Vidigal (PDT) e Carlos Manato (Solidariedade). O deputado Max Filho estava ausente. Apenas os deputados Givaldo Vieira (PT) e Helder Salomão (PT) foram contra a aprovação do projeto.

Destaques

Nesta terça-feira, 14, a Câmara dos Deputados começou a votar os destaques ao PL 4330. Por 360 votos a 47 foi retirado do texto a possibilidade de as regras de terceirização serem aplicadas às empresas públicas, às sociedades de economia mista e a suas subsidiárias e controladas, no âmbito da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios. Outros destaques ainda serão votados. O projeto também precisa ser votado no Senado. Por isso a mobilização é importante neste momento. 

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