Bancários da Caixa devem assinar nova procuração

A procuração é referente à ação coletiva sobre os divisores das horas extras. A assinatura se faz necessária para que o escritório Moreira e Melo Sociedade de Advogados, que atende o Sindicato atualmente, faça a liquidação individual

Bancários e bancárias da Caixa que estão incluídos na ação coletiva sobre os divisores das horas extras devem assinar nova procuração. Com a mudança do escritório de advocacia contratado pelo Sindibancários/ES, a assinatura do documento é necessária para que o escritório Moreira e Melo Sociedade de Advogados faça a liquidação individual.

O bancário ou bancária que ainda não assinou a procuração pode solicitar os documentos pelo e-mail juridico@bancarios-es.org.br. A ação já está encerrada e aguarda a fase de execução, de cobrança dos valores devidos a cada empregado.

“Algumas das ações que estavam sob a responsabilidade do escritório Ferreira Borges foram transferidas para o novo escritório, e essa é uma delas”, esclarece o diretor do Sindicato, Idelmar Casagrande.

A ação coletiva movida pelo Sindibancários contemplou os bancários e bancárias que tenham trabalhado no Espírito Santo a partir de 11 de abril de 2007 e ainda estão na ativa, e bancários aposentados ou desligados do banco a partir de 11 de abril de 2010.

Por que assinar a procuração?

A procuração é o que legitima o novo escritório de advocacia a dar continuidade ao processo, representando o bancário contemplado. A entrega da procuração individual irá agilizar a cobrança dos créditos. Para receber o valor devido o bancário dependerá apenas do cálculo e pagamento.

Saiba mais

A ação foi movida em 11 de abril de 2012 contra a Caixa, que vinha adotando os divisores 180 e 220 (para 6 horas e 8 horas respectivamente). A ação coletiva já transitada em julgado é de número 0044000-66.2012.5.17.0002. Desde 2015, quando o Sindibancários saiu vitorioso na ação judicial para correção dos divisores adotados no cálculo de horas extraordinárias, os empregados da Caixa estão recebendo o pagamento dessas horas sob a rubrica “hora extra judicial” de acordo com a Súmula 124 do TST: 150 para jornada de 6 horas e 200 para jornada de 8 horas.

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