Bancários prometem manifestação para garantir uso do tíquete-alimentação

Reunidos em plenária na tarde desta terça-feira, 02, bancários e bancárias do Banco do Brasil, Bradesco e Santander discutiram quais medidas serão tomadas para garantir o uso do tíquete-alimentação Alelo, que deixou de ser recebido nos supermercados do Estado. Dentre as deliberações, está a de se unir com os sindicatos de outras categorias que utilizam […]

Reunidos em plenária na tarde desta terça-feira, 02, bancários e bancárias do Banco do Brasil, Bradesco e Santander discutiram quais medidas serão tomadas para garantir o uso do tíquete-alimentação Alelo, que deixou de ser recebido nos supermercados do Estado. Dentre as deliberações, está a de se unir com os sindicatos de outras categorias que utilizam o mesmo cartão e organizar uma manifestação, para cobrar dos bancos e empresas uma solução para o problema.

Outra orientação é que os bancários reclamem na ouvidoria das instituições financeiras sobre a não aceitação do tíquete nos supermercados, e envie uma cópia para o Sindicato. A administradora do cartão Alelo enviou uma lista de estabelecimentos comerciais que ainda aceitam o cartão, no entanto a maior parte é de padarias, postos de gasolina e restaurantes. 

“Os trabalhadores estão sendo prejudicados e queremos que os bancos tomem as providências necessárias, pois eles têm a responsabilidade de garantir que o tíquete-alimentação seja aceito. Contamos com a participação dos bancários nas plenárias e nas manifestações, pois somente com a organização e união de todos vamos conseguir resolver essa questão. Além disso, o Banco do Brasil e o Bradesco são acionistas do cartão Alelo e devem tomar providências para solucionar o problema”, enfatiza o diretor do Sindibancários/ES e bancário do BB, Derick Bezerra.

O diretor destaca ainda que situação é pior para os bancários que moram no interior, pois há poucas opções de comércios. O cartão Alelo deixou de ser recebido desde o dia 15 de novembro, conforme decisão da Associação Capixaba dos Supermercados (Acaps). O Sindicato já cobrou das instituições financeiras medidas para a solução do problema e como não houve resposta dos bancos, serão tomadas as medidas judiciais cabíveis para resolver a questão e garantir o direito dos trabalhadores.  

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