Bancários e bancárias, vamos à luta! É hora de parar o Brasil em defesa dos nossos direitos

Às 14 horas do dia 28 acontecerá um ato unificado em frente à Findes (Federação das Indústrias do Espírito Santo), na Reta da Penha. A proposta é denunciar o interesse e a pressão do capital empresarial e financeiro na provação dessas reformas.

Nesta sexta-feira, 28, trabalhadores e trabalhadoras de várias categorias vão parar em defesa dos nossos direitos. Vamos às ruas dizer que não aceitamos que destruam o sistema da previdência pública, que ameacem nossos empregos com a terceirização e a reforma trabalhista.

Os bancários e bancárias aprovaram a adesão à greve geral em assembleia no último dia 18. Mas nessa sexta, não seremos só bancários, seremos pedreiros, motoristas, engenheiras, professores, enfermeiras, faxineiros, funcionários públicos… seremos classe trabalhadora.

Greve é por adesão

O caráter da greve geral é por adesão. Nossa pauta não é apenas por direitos específicos, é mais ampla, é pelos direitos sociais que estamos perdendo. Por isso, é fundamental que cada bancário e bancária construa a paralisação no seu local de trabalho. Não haverá piquetes em agência, a hora é de ocupar as ruas.

Mobilizações acontecerão em vários pontos da Grande Vitória e no interior ao longo do dia, é importante se juntar aos atos mais próximos da sua residência ou local de trabalho para fortalecê-los.

Os bancos estão dizendo que vão funcionar normalmente, mas isso não será impossível se os bancários não estiverem no seu posto de trabalho. Não se esqueça que quem mantém o banco em funcionamento e garante seus lucros é você, com o seu trabalho.

Esses projetos de reforma objetivam exatamente aumentar a taxa de lucro dos empregadores através do corte de gastos com direitos trabalhistas. Ou nos movemos agora, ou vamos assistir calados ao desmonte da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), e nossa categoria será uma das mais atingidas!

Ato unificado

Às 14 horas do dia 28 acontecerá um ato unificado em frente à Findes (Federação das Indústrias do Espírito Santo), na Reta da Penha. A proposta é denunciar o interesse e a pressão do capital empresarial e financeiro na provação dessas reformas.

Embora o governo seja o proponente das reformas, ele o faz em nome das grandes empresas do setor industrial, financeiro e agropecuário, que também financiaram as campanhas da maioria dos deputados e senadores que são favoráveis a essas propostas.

Bancários, a luta é coletiva. Vamos às ruas!

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