Banestianos encerram greve

Após uma tarde de negociações difíceis, mas que resultaram em avanços nas questões específicas, os funcionários do Banestes decidiram na assembleia realizada nesta segunda-feira, 26, encerrar a greve que durou 21 dias. O banco estadual se comprometeu a seguir o índice de 10% para salários, PLR e piso, e 14% para os vales refeição e […]

Após uma tarde de negociações difíceis, mas que resultaram em avanços nas questões específicas, os funcionários do Banestes decidiram na assembleia realizada nesta segunda-feira, 26, encerrar a greve que durou 21 dias.

O banco estadual se comprometeu a seguir o índice de 10% para salários, PLR e piso, e 14% para os vales refeição e alimentação negociado na Convenção Coletiva Nacional. Nas questões especificas, os bancários conquistaram: equiparação salarial entre o gerente de expediente e o gerente administrativo; licença-paternidade de cinco dias úteis; inclusão dos 25% de gratificação semestral no Acordo Coletivo; plano odontológico com custeio de 50% da mensalidade pelo banco limitado a R$ 25,00 por bancário.

Em relação à Banescaixa, a proposta prevê reuniões trimestrais para apresentação do plano de custeio aos associados e eleição direta de um conselheiro representante.

Um avanço em relação às negociações nacionais diz respeito à compensação dos dias de greve. O prazo para compensar vai até 30 de novembro. O que não for compensado nesse período será abonado.

“O Banestes poderia ter avançado mais, mesmo porque tem apresentado resultados positivos. No geral, juntos com os demais bancários na campanha nacional unificada, rompemos a lógica de arrocho  com a volta de abono substituindo índice salarial como queria a Fenaban. Os banestianos sabem muito bem o que significaria abono ao invés de reajuste. Foi isso que gerou toda a perda que temos acumulada até hoje”, avalia o coordenador geral do Sindicato, Jessé Alvarenga.

Imprima
Imprimir