Censo da Diversidade será realizado até 25 abril

O II Censo da Diversidade já está sendo realizado. Todos os bancários que estão na base da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) poderão responder ao questionário, disponível no site da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) até 25 de abril. O tempo previsto para responder as perguntas é em torno de 8 e 10 minutos. O […]

O II Censo da Diversidade já está sendo realizado. Todos os bancários que estão na base da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) poderão responder ao questionário, disponível no site da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) até 25 de abril. O tempo previsto para responder as perguntas é em torno de 8 e 10 minutos. O sistema conta com um programa de segurança e as respostas serão sigilosas e confidenciais.

O Censo tem como objetivo averiguar se os bancos estão garantindo igualdade de oportunidades na contratação e ascensão profissional dos trabalhadores, independente de fatores como sexo, gênero, raça/cor, etnia, orientação sexual ou pessoa com deficiência. A data de realização do Censo foi escolhida em reunião entre a Contraf, federações, sindicatos e a Fenaban, realizada em 18 de fevereiro, em São Paulo. Durante a reunião foi proposta a realização de um seminário nacional para aprofundar o debate sobre a inclusão da população negra no setor bancário, mas a Fenaban não acatou.

“O Censo pode auxiliar os sindicatos a detectar se houve avanços na luta pela inclusão de determinados grupos sociais no sistema financeiro, como as mulheres. Apesar de estarem em grande número na categoria bancária, muitas vezes é negado a elas, por exemplo, o direito de ocupar cargos de chefia, mesmo atendendo aos pré-requisitos necessários para a função. Esse é apenas um dos muitos exemplos de como a igualdade de oportunidades entre homens e mulheres não é uma realidade nos bancos”, diz a diretora do Sindicato dos Bancários/ES Lucimar Barbosa.

Ela afirma, ainda, que os dados do Censo podem servir de subsídio para formulação de ações políticas que possam contribuir para mudar a realidade de exclusão da mulher bancária, assim como de negros, homossexuais e outras minorias.

Clique AQUI responder ao questionário.

 

Com informações da Contraf

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