Chapa 1- Cassi Sempre sofre censura do BB e da Comissão Eleitoral

A “Chapa 1 – Cassi Sempre” enviou carta à Comissão Eleitoral das eleições da Cassi reivindicando a garantia de igualdade de condições na campanha das chapas. No último dia 11 de abril, foram enviadas mensagens para os emails corporativos do Banco do Brasil com conteúdo ofensivo aos membros da Chapa 1. Além disso, matéria do […]

A “Chapa 1 – Cassi Sempre” enviou carta à Comissão Eleitoral das eleições da Cassi reivindicando a garantia de igualdade de condições na campanha das chapas. No último dia 11 de abril, foram enviadas mensagens para os emails corporativos do Banco do Brasil com conteúdo ofensivo aos membros da Chapa 1. Além disso, matéria do jornal da chapa também sofreu censura do BB e da Comissão.

De acordo com as regras do edital das eleições, é proibido o uso de palavras ofensivas durante a campanha. Dessa forma, diante dos e-mails com mensagens desrespeitosas enviados aos associados da Cassi, a Chapa 1 reivindica que o fato seja apurado e que haja igualdade de direitos na campanha, já que não houve acesso igualitário ao banco de dados de e-mails dos bancários associados.

Além disso, o BB e a Comissão Eleitoral censuraram matéria do jornal da “Chapa 1-Cassi Sempre” que abordava as precárias condições de trabalho dos bancários e bancárias do BB. “Destacamos em nosso jornal o quanto o trabalho no banco está adoecendo a categoria. A censura ao texto representa um verdadeiro desrespeito à democracia. Repudiamos essa medida e todas as mensagens desrespeitosas que circularam nos emails. É importante que os associados leiam a carta e percebam que as condições para fazer campanha são desiguais”, enfatiza a diretora do Sindibancários/ES, Goretti Barone.

Confira a carta encaminhada à Comissão Eleitoral

À Comissão Eleitoral – Eleições Cassi 2016

À Diretoria de Relações com Funcionários e Entidades Patrocinadas do Banco do Brasil – Diref

 Prezados Senhores, 

Reportamos à resposta da Comissão Eleitoral, para nossa solicitação de 11 de abril de 2016, quanto ao pedido de isonomia de tratamento no acesso e uso do banco de e-mails dos funcionários da ativa, conforme evidências encaminhadas à Comissão Eleitoral e, ainda, permitir disputa em iguais condições, uma vez que a “Chapa 2 – Juntos pela Cassi” tem enviado o seu material de campanha para esse grupamento de associados, por meio dos e-mails institucionais. 

2.         Embora essa Comissão tenha informado que “não disponibilizou a qualquer das chapas banco de dados contendo e-mails (ou quaisquer outros dados) dos seus associados votantes nas Eleições CASSI 2016.”, identificamos que associados da ativa continuam recebendo em seus e-mails institucionais, material de campanha, com conteúdo ofensivo, caluniador e difamatório referentes aos candidatos da “Chapa 1 – CASSI SEMPRE”, enviados por meio da conta de e-mail: cassi@endidadesbb.com.br, no dia 11/04/2016, às 15h52. 

3.         Diante dessas considerações, registramos e repudiamos:

§  a ausência de mecanismos que asseguram igualdade de direitos entre as chapas concorrentes; e

§  o uso seletivo de canais (e-mails institucionais) para divulgações ofensivas e inverídicas, sem permitir o contraponto, maculando as regras tanto do processo eleitoral quanto dos normativos de comunicação interna do Banco do Brasil. 

4.         Solicitamos que a Comissão Eleitoral e a Diretoria de Relações com Funcionários e Entidades Patrocinadas do Banco do Brasil promovam rigorosa apuração com a finalidade de identificar se houve vazamentos dos dados confidenciais e corporativos dos funcionários da ativa (e-mails, basicamente) para a Chapa 2 – Juntos pela Cassi, informando-nos os resultados apurados. 

5.         Também registramos o nosso repúdio e indignação com a censura exercida por pela Comissão Eleitoral, suprimindo o texto abaixo, da Chapa 1- CASSI SEMPRE, do Boletim das Eleições – Jornal, que tinha por finalidade divulgar o resultado da pesquisa realizada com o objetivo de verificar as condições de saúde dos trabalhadores do BB:

“Segundo dados da pesquisa demandada pela ANABB às Universidades de Brasília (UnB) e Federal de Santa Catarina (UFSC), a forma de gestão no BB tem provocado o adoecimento dos funcionários.

Desse modo, a nova gestão da CASSI deve subsidiar com os dados epidemiológicos e de saúde apurados, o movimento sindical, entidades do funcionalismo e o BB de forma que se viabilizem acordos que garantam a saúde física e mental do funcionalismo”.

 6.         Por fim, reafirmamos o compromisso de manter o nível respeitoso de nossa campanha, apresentando nossas propostas, respeitando os associados e, solicitamos as providências necessárias para coibir tais abusos e desrespeito.

Atenciosamente,

Vera Lúcia de Melo

Representante da Chapa 1 – CASSI SEMPRE



 

 

O famoso superávit primário, por exemplo, nada mais é do que preservação de uma alta reserva de dinheiro público para pagamento da dívida. Consequentemente, a população brasileira amarga a redução de recursos em políticas públicas essenciais, como na área da saúde, saneamento básico e educação e vê os altos impostos que paga serem destinados para pagar juros.

A dívida pública brasileira já alcança a casa dos trilhões, R$ 2,79 trilhões. O pagamento da dívida pública no Brasil representa, portanto, um sistema de transferência de recursos do setor público para o setor privado, totalmente amparado por uma estrutura de privilégios legais, políticos e econômicos a um pequeno setor.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Conta ilegítima

Que estamos

Torna Bosso pauis um dos mais ricos do mundo e ao mesmo tempo o mais imnu

 

Fazer esse discurso sem dados, as pessaos tem em mente que so pode sexitir divida se houve previamente a netrega de  recursos

O ciclo atual que auditoria cidadã percebe é de 1970. Foi o período em que verificou um crescimento mais signifuixcatibo da dívida

Nossa primeira divida debnntro do esquema do sistema dívida, Portugal nosenorurrou a divida que havia cobntraído coma ingklaterrar para tentar barrar no independciai, Ele não brecou a indepedencia mas empurrouessa divida

Nossa primeira dívdia como nação independet já é uma divida dentro do que chamamos de sistema da dívida

Ins

Si vamnos conseguir cquando

Conta ilegítima

Que estamos

Torna Bosso pauis um dos mais ricos do mundo e ao mesmo tempo o mais imnu

Garantia do pagamento pelo Banco Central de acordo com a variação dólar

 

 

 

 

 o que a gente aprende nos livros tradicionais, quea divida púbnlica é instrumento de financiamento jpa deixou de ser verdade há muito tempo Todas as inecstigações feitasm, incluivese aqui no Brasil

A divida ppublica se transformou em um mecanismo financveiro que promove continuamente a trafsnerencia de recursos púiblicoas para io setor privado, Fazer esse discurso sem dados, as pessaos tem em mente que so pode sexitir divida se houve previamente a netrega de  recursos

A auditoria é uma ferramente fundam,ental, é o procedimento técnico que ir´pa provar se a dívida existe realmenrte, recevbemos esse dinheiro? Se não recebnem,os como isso está sendo conioderado dívida? Quanto já pagamos? Quais valores que passram a onerar a dívida pública totalmente sem justificativa como as recente operações de swap cambial

O ciclo atual que auditoria cidadã percebe é de 1970. Foi o período em que verificou um crescimento mais signifuixcatibo da dívida

Nossa primeira divida debnntro do esquema do sistema dívida, Portugal nosenorurrou a divida que havia cobntraído coma ingklaterrar para tentar barrar no independciai, Ele não brecou a indepedencia mas empurrouessa divida

Nossa primeira dívdia como nação independet já é uma divida dentro do que chamamos de sistema da dívida

Ins

Si vamnos conseguir cquando

Conta ilegítima

Que estamos

Torna Bosso pauis um dos mais ricos do mundo e ao mesmo tempo o mais imnu

Garantia do pagamento pelo Banco Central de acordo com a variação dólar

 

 

 

 

 

 

Juros altos,

Investimentos Somente em 2015,a dívida pública consumiu R$ 962 bilhões, o que representa 42% do total do orçamento do Governo Federal.

Pagamento dos juros da dívida com a emissão de mais papéis do Tesouro Nacional , ou seja, mais dívida. O que é inconstitucional.

Dentre os privilégios legais da Dívida Pública, estão a Lei de Responsabilidade Fiscal 9

pesar de prevista na Constituição Federal, , de 1988, a auditoria foi aprovada pela primeira vez no Congresso somente em dezembro de 2015.

A dívida pública brasileira corresponde a empréstimos contraídos pelo Goveno junto a instituições financeiras públicas ou privadas, no mercado financeiro interno ou externo. Somente em 2015, o crescimento da dívida pública foi de R$ 498 bilhões e a elevação desse valor está relacionada principalmente com o pagamento dos juros, que somente em 2015 corresponderam a R$ 367,67 bilhões.

Impulsionada principalmente pelas despesas com juros, a dívida pública federal, o que inclui os endividamentos no país e no exterior, teve aumento recorde de 21,7% no ano passado, para R$ 2,79 trilhões – patamar que também é o maior da série histórica, que começa em 2004, segundo números divulgados pela Secretaria do TesouroNacional nesta segunda-feira (25).

Auditoria, já!

A dívida pública corresponde ao maior gasto do Governo Federal e consome quase R$ 1 trilhão por ano do orçamento público. Até do dia 01 de dezembro de 2015, a dívida já havia consumido R$ 958 bilhões, ou seja, 46% do orçamento da União. Enquanto isso, áreas importantes como a Saúde e Educação têm apenas 4% do orçamento cada para executar as políticas públicas de atendimento à população.

“A auditoria da dívida pública está prevista constitucionalmente, há 28 anos, e, no entanto, a classe política insiste em não realizá-la. Isso reforça ainda mais os fortes indícios de que o pagamento da dívida pública no Brasil faz parte de um esquema de corrupção legalizada, com transferência de dívidas do setor privado para o poder público. Recentemente, o Tribunal de Contas da União apontou inúmeras irregularidades no sistema da dívida. A sociedade brasileira é quem paga essa conta e por isso tem o direito de saber qual é o real valor devido e quem são os verdadeiros beneficiados”, enfatiza o diretor do Sindibancários/ES, Carlos Pereira de Araújo (Carlão).

 

Omissão de dados

Tanto o governo como a mídia insistem em propagar que há um “rombo” na Previdência, causado principalmente pelo aumento do número de beneficiários,  que geram custos além do valor arrecadado, e da expectativa de vida dos brasileiros. Assim, tentam “justificar” a imposição da idade mínima. O que não é dito, no entanto, é que esse é um cálculo equivocado, uma vez que leva em conta somente a contribuição direta da folha de pagamento, descartando todas as outras contribuições sociais, como o Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) embutido nos preços  dos produtos consumidos pela população.

Além disso, é preciso compreender que  a  Previdência Social faz parte de um sistema mais amplo, que é a Seguridade Social, garantida na Constituição Federal. Portanto, tendo em vista todos os recursos destinados à sustentação da Seguridade Social, não existe rombo na Previdência, e sim superávit.

De acordo com os dados apresentados e analisados pela Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal, de 2010 a 2013, sobraram a cada ano, respectivamente, 55, 76, 83 e 78 bilhões de reais. Mas todos esses recursos foram desviados para  o pagamento de juros da dívida pública, cumprindo a meta do famoso Superávit Primário. 

 

Imprima
Imprimir