Comando Nacional entrega minuta à Fenaban

A primeira rodada de negociação ficou agendada para o próximo dia 28. Comando também apresentou pré-acordo para garantir vigência da CC até que novo acordo seja assinado

Foto: Contraf

A pauta de reivindicações da Campanha Nacional 2018 foi entregue pelo Comando Nacional do Bancários à Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) na tarde desta quarta-feira, 13. A primeira rodada de negociação ficou agendada para o próximo dia 28, em São Paulo, quando deve ser definido o calendário de reuniões da mesa única.

Junto à minuta, foi entregue também um pré-acordo cujo objetivo é viabilizar a manutenção dos direitos garantidos na Convenção Coletiva e nos acordos específicos até que sejam finalizadas as negociações.

Durante a reunião, o Comando Nacional expôs os principais pontos da pauta, como defesa do emprego, fim das demissões e contratação de mais bancários e não aplicação da reforma trabalhista.

Veja outras pontos da minuta aprovada na Conferência Nacional da categoria

Lançamento

Na manhã de hoje os bancários de São Paulo realizaram um lançamento público da Campanha no Largo da Batata, na cidade de São Paulo, como atividade de mobilização da categoria. No Espírito Santo, o lançamento será realizado no dia 20 de junho, data da entrega da minuta específica dos empregados do Banestes à direção do banco estadual.

Mobilização

O diretor do Sindicato Carlos Pereira de Araújo (Carlão) integra o Comando Nacional da categoria representando os bancários capixabas e a Intersindical. Ele alerta para urgência de repensar nossa mobilização para conseguir pressionar os banqueiros.

“Será uma Campanha Nacional difícil, sob uma nova legislação trabalhista que pode retirar os direitos que conquistamos e impactar a própria existência da categoria. Precisamos resistir às novas formas de contratação precarizadas no sistema financeiro, caso contrário seremos diluídos entre terceirizados, PJ e trabalhadores intermitentes. Só conseguiremos resistir a esses ataques se estivermos unidos e se tivermos a ousadia de enfrentar os patrões”, diz Carlão.

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