Compensação de horas de greve será de até uma hora por dia. Conheça as regras

De acordo com a Convenção Coletiva assinada com a Fenaban nesta segunda-feira, 13, os dias não trabalhados pelos bancários e bancárias em função da greve – realizada de 30 de setembro e 06 de outubro – não serão descontados e sim compensados. A reposição será de até uma hora por dia, de segunda a sexta-feira, […]

De acordo com a Convenção Coletiva assinada com a Fenaban nesta segunda-feira, 13, os dias não trabalhados pelos bancários e bancárias em função da greve – realizada de 30 de setembro e 06 de outubro – não serão descontados e sim compensados. A reposição será de até uma hora por dia, de segunda a sexta-feira, da seguinte forma:

Para os bancários que no período de paralisação cumpriam jornada de seis horas, a compensação será de 15 de outubro a 31 de outubro.

  • Para os bancários que no período de paralisação cumpriam jornada de oito horas, a compensação será de 15 de outubro a 07 de novembro.

O acordo estabelece ainda que não serão considerados os dias em que houve trabalho parcial, pelo bancário, durante a jornada diária contratada.

Além disso, as horas extras realizadas antes da assinatura da Convenção não poderão compensar os dias não trabalhados durante a greve. O Sindibancários/ES esclarece que a compensação de horas deve ser feita de acordo com a disponibilidade do bancário e da bancária e somente se houver demanda de serviço. Caso a compensação não seja feita integralmente dentro do prazo estabelecido, as horas não compensadas não poderão ser descontadas ou cobradas posteriormente.

Banestes

Bancários e bancárias do Banestes, pelo terceiro ano consecutivo, fecharam o acordo específico com melhor regra de compensação dos dias parados em relação à Fenaban. O Acordo, que será assinado nesta quinta-feira, 16, estabelece que a compensação será de uma hora por dia, entre 15 e 22 de outubro, totalizando 6 horas.

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