Cursos da Universidade Caixa são um direito do trabalhador respaldado pela Convenção Coletiva

A realização de 30 horas de cursos na Universidade Caixa durante o ano garante ao trabalhador 20 pontos na promoção por mérito.

A Comissão Executiva dos Empregados da Caixa cobrou que a instituição financeira inclua na cartilha de promoção por mérito 2016 informações sobre os direitos referentes aos estudos na Universidade Caixa, excluídos do documento apesar de constaram no Acordo Coletivo Específico. Outro fato que mostra a contradição dessa exclusão é que a participação de bancários e bancárias em cursos da Universidade Caixa aumenta a pontuação na promoção por mérito.

De acordo com a cláusula 57 do Acordo Coletivo Específico da Caixa, “os empregados deverão dispor de 6 horas mensais para estudos na metodologia à distância (EAD), junto à Universidade Caixa, dentro da jornada de trabalho, em local apropriado na unidade”.

“Os trabalhadores e trabalhadoras precisam cobrar dos gerentes a elaboração de uma escala de estudo dentro da jornada de trabalho. Caso esse direito seja negado, eles devem procurar o Sindicato para fazer denúncia”, diz a diretora do Sindicato dos Bancários/ES, Lizandre Borges.

Promoção por Mérito

Uma das regras de 2016 é que o empregado realize aos menos 30 horas de cursos na Universidade Caixa durante o ano, o que garantirá a ele 20 pontos na promoção por mérito.

Outros critérios objetivos são: cinco pontos pela participação no Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO) e 15 pontos para a frequência medida pelo Sistema de Ponto Eletrônico (Sipon). Também haverá critérios subjetivos, com a garantia de até 20 pontos. Há ainda extra de 10 pontos para iniciativa de autodesenvolvimento.

A sistemática construída pela Comissão Paritária do PCS foi homologada na reunião da mesa permanente do dia 12 de julho. A pontuação máxima é de 70 pontos, e o empregado garante um delta com 40 pontos.

Com informações da Fenae

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