Delegados sindicais da Caixa debatem problemas da categoria

Nesta terça-feira, 23, aconteceu na sede do Sindibancários/ES o encontro de delegados e delegadas sindicais da Caixa. Os principais temas discutidos foram condições de trabalho, PLS 555, reestruturação das áreas meio e Funcef. A diretora do Sindibancários/ES, Lizandre Borges, aponta a importância do espaço para os bancários e bancárias da Caixa. “Esses encontros são muito […]

Nesta terça-feira, 23, aconteceu na sede do Sindibancários/ES o encontro de delegados e delegadas sindicais da Caixa. Os principais temas discutidos foram condições de trabalho, PLS 555, reestruturação das áreas meio e Funcef.

A diretora do Sindibancários/ES, Lizandre Borges, aponta a importância do espaço para os bancários e bancárias da Caixa. “Esses encontros são muito importantes, principalmente agora que os empregados da Caixa passam por um momento de insegurança em face das reestruturações que o banco está fazendo, da falta de empregados e da ameaça de privatização com o PLS 555. Nós não podemos perder de vista nossos direitos e a luta para que a Caixa continue pública e prestando serviço ao povo brasileiro”, analisa a diretora.

Funcef

O debate sobre a Funcef, fundo de pensão dos aposentados da Caixa, foi o mais acalorado e contou com a presença de Marcos Todt e Célia Zingler, representantes da APCEF-RS. Convidados pelo Sindibancários/ES, eles fizeram um panorama crítico sobre o fundo de pensão, que apresenta um grande déficit em suas contas.

Para Marcos Todt, é urgente uma resposta com soluções para os problemas que o fundo enfrenta, como o cálculo duvidoso do déficit. “O momento é de parar a disputa eleitoral permanente e achar uma saída. Precisamos de autonomia em relação à Caixa e um melhor conhecimento técnico para encontrarmos as soluções. Não podemos pagar uma conta que não é nossa”, argumenta Todt.

Célia Zingler aponta que os problemas do fundo estão muito além da má gestão da Funcef e que é necessária maior transparência nessa discussão. “Críticas à gestão nós temos, mas o que queremos é que os números sejam claros. Essa falta de ação em definir valores não pode existir”, complementa Zingler.

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