Diretores do Sindicato circulam pelos bancos da Reta da Penha em Campanha Salarial

Na manhã da quinta rodada de negociação com a Fenabam, nesta sexta-feira, 25, diretores e diretoras circularam pelas agências da Reta da Penha, em Vitória, em mais uma ação de mobilização da categoria para a Campanha Nacional 2015. Os bancos apresentam hoje a contraproposta global para as reivindicações dos bancários. Diante da postura intransigente dos […]

Na manhã da quinta rodada de negociação com a Fenabam, nesta sexta-feira, 25, diretores e diretoras circularam pelas agências da Reta da Penha, em Vitória, em mais uma ação de mobilização da categoria para a Campanha Nacional 2015. Os bancos apresentam hoje a contraproposta global para as reivindicações dos bancários. Diante da postura intransigente dos banqueiros nas últimas rodadas, os bancários devem se preparar para uma greve forte.

Ao Reta da Penha -25-09 -450

A ação sindical foi realizada em todas as agências de bancos públicos e privados da Reta da Penha. Com o tema “Juntos e Fortes para Avançar nas Conquistas”, a Campanha Nacional convoca os bancários a se unirem para arrancar mais direitos.

“Mais do que nunca os bancários devem se manter mobilizados e unidos cada vez mais para enfrentar essa postura arrogante dos bancos. Mesmo com altos lucros, os banqueiros se negam a garantir melhores condições de trabalho aos empregados e de atendimento à população. Nas agências, os bancários e bancárias se mostram cada vez mais dispostos a lutarem para garantir o atendimento da nossa pauta de reivindicações”, destaca o diretor do Sindibancários/ES, Dérik Bezerra.

Confira as principais reivindicações da categoria

  • Reajuste salarial de 16%. (incluindo reposição da inflação mais 5,7% de aumento real)
  • PLR: 3 salários mais R$7.246,82
  • Piso: R$3.299,66 (equivalente ao salário mínimo do Dieese em valores de junho último).
  • Vales alimentação, refeição, 13ª cesta e auxílio-creche/babá: R$788,00 ao mês para cada (salário mínimo nacional).
  • Melhores condições de trabalho com o fim do assédio moral que adoece os bancários.
  • Emprego: fim das demissões, mais contratações, fim da rotatividade e combate às terceirizações diante dos riscos de aprovação do PLC 30/15 no Senado Federal, além da ratificação da Convenção 158 da OIT, que coíbe dispensas imotivadas.
  • Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) para todos os bancários.
  • Auxílio-educação: pagamento para graduação e pós.
  • Prevenção contra assaltos e sequestros: permanência de dois vigilantes por andar nas agências e pontos de serviços bancários, conforme legislação. Instalação de portas giratórias com detector de metais na entrada das áreas de autoatendimento e biombos nos caixas. Abertura e fechamento remoto das agências, fim da guarda das chaves por funcionários.
  • Igualdade de oportunidades: fim às discriminações nos salários e na ascensão profissional de mulheres, negros, gays, lésbicas, transsexuais e pessoas com deficiência (PCDs).
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