Entidades denunciam mentiras da Samarco, Vale e BHP Billiton em ato na capital

O Fórum de Entidades em Defesa da Bacia do Rio Doce realizou na manhã desta sexta-feira (1) o ato público “Dia 1º de Abril: Dia das Mentiras da Samarco”, em frente ao Palácio Anchieta. O ato começou no mesmo dia e horário em que o Fórum denunciou na Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização […]

O Fórum de Entidades em Defesa da Bacia do Rio Doce realizou na manhã desta sexta-feira (1) o ato público “Dia 1º de Abril: Dia das Mentiras da Samarco”, em frente ao Palácio Anchieta. O ato começou no mesmo dia e horário em que o Fórum denunciou na Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA), em Washington (EUA), o crime ambiental cometido pela Vale, Samarco e BHP Billiton em Mariana (MG), em novembro do último ano. 

O Sindicato dos Bancários marcou presença durante na mobilização. “Estamos aqui porque não vamos engolir essa tragédia. A vida de milhares de pessoas foi comprometida, assim como a biodiversidade de toda a bacia do Rio Doce e parte significativa do litoral capixaba e baiano. Temos sim que denunciar o ocorrido e cobrar a responsabilização da Samarco, Vale e BHP pelo crime que cometeram”, destaca a diretora do Sindicato, Lucimar Barbosa.

“O ato é uma forma de estar em comunhão com o encontro de Washington, onde o Fórum foi denunciar o crime ambiental e humanitário na Comissão da OEA. A gente quer que a comunidade internacional saiba o que está acontecendo aqui, pois empresas e governos estão manipulando informações e as medidas que estão sendo adotadas para reverter os problemas causados pela Samarco não contemplam a gravidade da situação”, afirma o padre Kelder Brandão, representante da paróquia São Pedro Apóstolo no Fórum.

Fórum

Composto por mais de 80 organizações, o Fórum de Entidades em Defesa da Bacia do Rio Doce surgiu logo após o rompimento da Barragem de Fundão para mobilizar a sociedade civil e exigir que Vale, Samarco e BHP reparem os danos causados por meio do crime ambiental que cometeram. O Fórum exige a punição imediata dos culpados.

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