Fenaban propõe 7% de reajuste mais abono de R$ 3,3 mil. Reunião continuará à tarde

A proposta inicial da Fenaban, apresentada no dia 29 de agosto, foi de reajuste de 6,5% para salários e benefícios, e abono de R$ 3 mil. A greve dos bancários chega ao seu quarto dia de paralisação, com crescente adesão da categoria.

Em rodada de negociação iniciada na manhã desta sexta-feira (09), em São Paulo, a Fenaban apresentou ao Comando Nacional dos Bancários nova proposta de reajuste de 7% no salários, na PLR e nos auxílios refeição, alimentação, creche, mais  abono de R$ 3,3 mil. A reunião foi interrompida a pedido do Comando para avaliação, e deverá continuar na parte da tarde. Em breve novas informações sobre a rodada.

A greve dos bancários chega ao seu quarto dia de paralisação, com crescente adesão da categoria.  Na última quinta-feira (08), foram 8454 agências e 38 centros administrativos fechados em todo o país.

Os bancários reivindicam como pautas prioritárias a reposição da inflação do período mais 5% de aumento real, valorização do piso salarial, no valor do salário mínimo calculado pelo Dieese (R$3.940,24 em junho), PLR de três salários mais R$ 8.317,90, combate às metas abusivas, ao assédio moral e sexual, fim da terceirização, mais segurança, melhores condições de trabalho. A defesa do emprego também é prioridade, assim como a proteção das empresas públicas e dos direitos da classe trabalhadora.

A proposta inicial da Fenaban, apresentada no dia 29 de agosto, foi de reajuste de 6,5% para salários e benefícios, e abono de R$ 3 mil. A oferta representaria perda de 2,8% para os bancários, já que a inflação projetada para o período é de 9,57%.

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