Futuro presidente do Banestes: Sindicato espera diálogo e compromisso com banco público

O brasiliense Vasco Cunha Gonçalves foi anunciado pelo governador eleito Renato Casagrande para a presidência do Banestes. Para o Sindicato, Gonçalves deve ter como prioridade a valorização dos empregados e o fortalecimento do Banestes público e estadual

Vasco da Cunha Gonçalves (Foto: Minervino Junior/CB/D.A Press)

O governador eleito Renato Casagrande (PSB) anunciou na última semana o nome do futuro presidente do Banestes, que será Vasco Cunha Gonçalves. Oriundo do Banco de Brasília, que preside há quatro anos, Gonçalves prometeu manter o Banestes competitivo e rentável.

Para o Sindibancários/ES, a expectativa com a nova administração é que Casagrande respeite o compromisso assumido na campanha eleitoral de manter o Banestes público e estadual, e que o futuro presidente do Banestes reabra o diálogo com a entidade sobre questões fundamentais para a categoria, como a sustentabilidade da Banescaixa.

Termo de compromisso em defesa do Banestes público e estadual assinado pelos candidatos ao governo do Estado nas eleições 2018

“Esperamos que o presidente escolhido faça valer o compromisso assumido por Casagrande durante as eleições ao assinar o termo em defesa do Banestes público e estadual. O Banestes tem um papel estratégico para o desenvolvimento do Estado, por isso esse compromisso não é apenas com os bancários e as bancárias do Banestes, mas  com a sociedade capixaba. Vamos acompanhar atentos essa gestão para que esse patrimônio continue pertencendo aos capixabas”, enfatiza o coordenador geral do Sindibancários/ES, Jonas Freire.

A valorização dos empregados dos bancos também é compromisso assumido por Casagrande.  Desde que assumiu a direção do banco, o atual presidente do Banestes, Michel Sarkis, se nega receber o Sindibancários e adotou diversas medidas prejudiciais aos empregados.

“Por meio do termos de compromisso, Casagrande também se comprometeu a manter os canais de negociação de acordos coletivos e de outros temas de interesse dos funcionários, como a Banescaixa, que desde as mudanças em 2009 está se tornando insustentável, com déficits maiores a cada a ano e com altas parcelas para os associados, principalmente para os aposentados que arcam sozinhos com o valor da parcela. A contratação de novos empregados por meio de concurso público, sem terceirização de qualquer tipo de serviço também está entre os compromissos assumidos por Casagrande”, destaca Freire.

 

 

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