Greve dos bancários se intensifica e chega a 258 agências fechadas

Após a recusa da Fenaban em atender as reivindicações dos trabalhadores e a consequente rejeição dos bancários à proposta dos patrões, decidida por unanimidade na assembleia da última segunda-feira, 07, o movimento paredista se tornou ainda mais forte e atingiu um novo recorde de agências fechadas. Agora são 258 agências sem funcionar em todo o […]

Após a recusa da Fenaban em atender as reivindicações dos trabalhadores e a consequente rejeição dos bancários à proposta dos patrões, decidida por unanimidade na assembleia da última segunda-feira, 07, o movimento paredista se tornou ainda mais forte e atingiu um novo recorde de agências fechadas. Agora são 258 agências sem funcionar em todo o Espírito Santo. Cento e cinquenta e cinco são da Grande Vitória e 103 do interior.

“Isso mostra que os trabalhadores estão unidos na defesa de suas pautas sociais e econômicas, não aceitando uma proposta que não atenda aos seus anseios. Evidencia também que os bancários compreendem que a mobilização da categoria é um importante instrumento para a defesa de seus direitos e da melhoria dos serviços prestados à população”, afirma o coordenador geral do Sindicato dos Bancários/ES, Carlos Pereira de Araújo, o Carlão.

Na Grande Vitória estão fechadas 34 agências da Caixa, 47 do Banestes, 39 do Banco do Brasil, além do prédio do Banco do Brasil na Pio XII e do Centro de Processamento de Dados do Banestes. No interior, 34 da Caixa, 10 do Banestes, 48 do Banco do Brasil e 4 do Banco do Nordeste. Inclusive, em Cachoeiro de Itapemirim todas as agências de bancos públicos e privados estão fechadas. O total de agências de bancos privados que não estão funcionando é de 42, sendo 16 do Santander, 3 do Bradesco, 16 do Itaú, 6 do HSBC, 1 do Banco Mercantil do Brasil e 1 do Safra.

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