Novas ações sindicais denunciam péssimas condições de trabalho no Bradesco

Duas novas ações sindicais foram realizadas nesta quarta-feira,12, pelo Sindicato dos Bancários/ES. As atividades aconteceram nas agências do Bradesco de Jardim América, em Cariacica, e Sete Belo, em Viana, e foram feitas para expor as péssimas condições de trabalho a que estão submetidos os funcionários do banco.  Dirigentes sindicais conversaram com trabalhadores e clientes e […]

Duas novas ações sindicais foram realizadas nesta quarta-feira,12, pelo Sindicato dos Bancários/ES. As atividades aconteceram nas agências do Bradesco de Jardim América, em Cariacica, e Sete Belo, em Viana, e foram feitas para expor as péssimas condições de trabalho a que estão submetidos os funcionários do banco. 

Dirigentes sindicais conversaram com trabalhadores e clientes e apresentaram as principais reivindicações da categoria, entre elas, aumento salarial, plano de cargos e salários construído em parceria com os funcionários, auxílio educação, melhorias no plano de saúde e contratação de mais bancários.

O sindicato já realizou outras doze ações sindicais em agências do Bradesco na Grande Vitória. As ações fazem parte das atividades programadas dentro da Campanha Nacional de Valorização dos Funcionários, que este ano tem como tema “O futuro é agora e aqui a realidade é outra. Chega de bra, bra, bra!” e o slogan “Bancário não é lata. É gente como você, gente de verdade”.

“O Bradesco é o banco mais preconceituoso deste país. Ele tem o menor número de funcionários negros e o menor número de funcionários com deficiência. Além disso, os salários das mulheres são menores do que os dos homens”, afirma o diretor do Sindicato dos Bancários/ES, Fabrício Coelho.

Para clientes e funcionários foram distribuídos panfletos explicando a campanha deste ano. “As campanhas não são só para os bancários. Elas visam melhorar o serviço que prestamos a população. O Bradesco tem lucros bilionários todos os anos e trata os trabalhadores e a sociedade com migalhas”, completa Fabrício Coelho.

Imprima
Imprimir