Santander não apresenta propostas concretas em reunião de negociação

Os trabalhadores continuam sem respostas para os principais pontos da minuta de reivindicações, como a majoração do valor da bolsa auxílio-estudo, a revisão de seus critérios de concessão e o incremento no valor do pagamento do Programa Próprio de Remuneração Santander.

Pela sexta vez a Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander se reuniu com a direção do banco para discutir a renovação do Acordo Aditivo à Convenção Coletiva de Trabalho (CCT). A reunião foi na quarta-feira, 20, em São Paulo, onde novamente a instituição financeira não apresentou nenhuma proposta concreta.

Os bancários e bancárias continuam sem respostas para os principais pontos da minuta de reivindicações, entre eles, a majoração do valor da bolsa auxílio-estudo e a revisão de seus critérios de concessão, bem como o incremento no valor do pagamento do PPRS (Programa Próprio de Remuneração Santander).

“Não ter avanços após tantas reuniões já feitas, só demonstra desrespeito e falta de valorização dos direitos dos funcionários do banco”, afirma a diretora do Sindicato dos Bancários/ES, Cláudia Garcia.

Além do banco não estar negociando seriamente a minuta de reivindicações, os representantes dos trabalhadores estão sendo pegos de surpresa com decisões unilaterais do banco, que implicam em retirada de direitos. Um exemplo disso é o pagamento de dois salários ao trabalhador que completa 25 anos de empresa, que foi extinto sem nenhuma justificativa ao movimento sindical.

Com informações da Contraf

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