Servidores de Colatina protestam contra não pagamento de salário e tíquete-alimentação

Cerca de 100 servidores, organizados pelo Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Colatina (SISPMC), estão realizando um protesto no diretório estadual do Partido dos Trabalhadores (PT), na rua Graciano Neves, no Centro de Vitória. Eles saíram de Colatina na manhã desta segunda-feira para uma reunião com lideranças do partido na qual questionam a atitude arbitrária […]

Cerca de 100 servidores, organizados pelo Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Colatina (SISPMC), estão realizando um protesto no diretório estadual do Partido dos Trabalhadores (PT), na rua Graciano Neves, no Centro de Vitória. Eles saíram de Colatina na manhã desta segunda-feira para uma reunião com lideranças do partido na qual questionam a atitude arbitrária do prefeito Leonardo Deptulski (PT), que não efetuou o pagamento do tíquete alimentação e do salário dos servidores públicos municipais em retaliação à greve, que teve início no dia primeiro de julho. Ele também não pagou a insalubridade dos garis.

De acordo com o presidente do SISPMC, Décio Alves de Rezende, os mais prejudicados pela atitude do prefeito foram os servidores estatutários. “Conseguimos reverter a situação dos celetistas por meio de uma ação judicial movida pelo Sindicato. Não tivemos o mesmo êxito na justiça com os estatutários, mas vamos entrar com uma reclamação constitucional no Supremo Tribunal Federal”, afirma o sindicalista. Segundo Décio, diante dessa situação o SISPMC solicitou ao deputado estadual Nunes (PT) uma reunião com outros representantes do partido.

“Nosso objetivo é nos reunir com os deputados estaduais do PT e com a direção estadual do partido, entre eles, o presidente do PT no Espírito Santo, Genivaldo Lievore, que é de Colatina e muito próximo ao Leonardo Deptulski, que também é petista. Trouxemos dois ônibus com servidores para participar dessa reunião e poder pressionar, pois o que está acontecendo é um absurdo”, declara Décio.

O porquê da greve

Entre as reivindicações dos trabalhadores estão aumento salarial correspondente à inflação do período, que é de 8,5%, e isonomia no valor do tíquete-alimentação entre servidores da Prefeitura e da Câmara de Vereadores. Os da Prefeitura recebem somente R$ 380, os da Câmara, R$ 600. Entre as reivindicações na área de melhores condições de trabalho está o fornecimento de equipamento de segurança.

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