Sindicato e vigilantes discutem com o Banestes sobre serviços de segurança no banco

Nesta quarta, 22, diretores do Sindicato dos Bancários/ES e representantes dos vigilantes se reuniram com a Gerência de Segurança do Banestes para discutir sobre a situação dos vigilantes que prestam serviço para a instituição financeira por meio do Grupo CJF de Vigilância. A empresa está em processo de falência. “O Sindicato, a pedido dos vigilantes, […]

Nesta quarta, 22, diretores do Sindicato dos Bancários/ES e representantes dos vigilantes se reuniram com a Gerência de Segurança do Banestes para discutir sobre a situação dos vigilantes que prestam serviço para a instituição financeira por meio do Grupo CJF de Vigilância. A empresa está em processo de falência. “O Sindicato, a pedido dos vigilantes, solicitou que a nova empresa contratada absorva os atuais vigilantes que prestam serviços ao Banestes”, afirma o diretor da entidade, Idelmar Casagrande.

Representaram o Sindicato os diretores Jonas Freire e Idelmar Casagrande. Os representantes do banco foram o gerente geral de segurança, Antônio Carlos Sampaio; o coordenador de segurança, Tito Lívio Jabour de Rezende; e o advogado Valmir Capeleto Guarnier. Os vigilantes que compareceram foram Mário Santa Clara, Luciano Carlos Pereira e Nicodemos Rocha Coelho. 

Durante a reunião a instituição financeira comunicou que vai abrir licitação para a contratação de uma nova empresa de segurança. “Outro compromisso assumido pelo Banestes foi que eles irão se empenhar em fazer com que a empresa que ganhou a licitação contrate os atuais vigilantes do Grupo CJF que prestam serviço para o banco, que são cerca de 400 em todo o Estado”, afirma o diretor do Sindicato, Jonas Freire.

De acordo com o vigilante Mário Santa Clara, que faz parte do Grupo 100% Renovação, grupo de oposição dos vigilantes que luta pelo fortalecimento do sindicato da categoria, atualmente em intervenção judicial, a reunião foi positiva. “Nosso objetivo é garantir que o maior número possível de trabalhadores e trabalhadoras tenham seus empregos garantidos apesar da mudança de empresa de prestação de serviços na área de segurança. O apoio do Sindicato dos Bancários foi essencial. Trata-se da união da classe trabalhadora na luta por direitos e melhores condições de vida”, afirma Mário.

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