Sindicato mantém apoio a Wander Egidio na eleição do Banestes

Wander Egídio Oliveira foi o candidato mais votado no primeiro turno. Ele é funcionário do Banestes há 30 anos e reafirma compromissos históricos defendidos pelo Sindicato, como a defesa do Banestes público e estadual.

O segundo turno das eleições para o Conselho de Administração do Banestes ocorrerá na próxima segunda-feira, dia 12. O Sindicato dos Bancários/ES mantém o apoio ao candidato Wander Egidio Oliveira, o mais votado no primeiro turno. Na próxima fase do pleito concorre também o candidato Nilson Elias Tristão.

“As eleições para o Conselho de Administração tiveram uma votação democrática no direito de escolha do representante dos trabalhadores do Banestes. O Sindicato convoca os os empregados do banco a participar novamente do segundo turno”, frisa Jonas Freire, coordenador geral do Sindicato.

Wander é funcionário do Banestes há 30 anos, dos quais 18 trabalhou em agências e 12 na Direção Geral. Ele reafirma compromissos históricos defendidos pelo Sindicato, como a defesa ao Banestes público e estadual, a valorização dos funcionários e o cumprimento do papel social do banco de buscar o desenvolvimento regional e a viabilização das políticas públicas – bandeiras que pretende levar para o Conselho.

“Como representante dos empregados do Banestes, agradeço a participação de todos os bancários e bancárias no processo eleitoral. Reafirmo meu compromisso neste segundo turno de trabalhar em defesa do Banestes público e estadual, mantendo o dialogo nas negociações com os trabalhadores”, enfatiza o candidato Wander Egidio.

A posição no Conselho de Administração é estratégica na luta contra a privatização do Banestes e na fiscalização da gestão do banco. O diretor do Sindibancários/ES Jessé Alvarenga, que foi conselheiro entre 2009 e 2010, teve seu mandato marcado pela transparência e autonomia em relação à direção do banco, contribuindo para organizar a resistência contra o desmonte do Banestes e agindo contra o desvio de verbas públicas e práticas irregulares de dirigentes, com denúncias no Ministério Público e Banco Central que repercutem ainda hoje.

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