Sindicato realiza vivência na Comunidade Quilombola de Monte Alegre, em Cachoeiro

Diretores do Sindicato dos Bancários/ES, funcionários e estudantes do curso de Comunicação Social da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) participaram de uma vivência na Comunidade Quilombola de Monte Alegre, em Cachoeiro de Itapemirim, no dia 30 de agosto. A atividade foi realizada pelo Sindicato em parceria com o Centro Acadêmico de Comunicação Social da […]

Diretores do Sindicato dos Bancários/ES, funcionários e estudantes do curso de Comunicação Social da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) participaram de uma vivência na Comunidade Quilombola de Monte Alegre, em Cachoeiro de Itapemirim, no dia 30 de agosto. A atividade foi realizada pelo Sindicato em parceria com o Centro Acadêmico de Comunicação Social da Ufes (Cacos). O objetivo foi conhecer a comunidade e se aprofundar no conhecimento da cultura negra.

O grupo participou de várias atividades. Logo que chegaram, os visitantes almoçaram no restaurante Cozinha de Senzala, onde puderam conhecer um dos pratos criados pelos negros, o angú de banana verde. Posteriormente eles participaram de uma roda de conversa com a Mestra do Caxambu Maria Laurinda Adão, reconhecida internacionalmente pela sua luta na preservação da cultura negra. A roda de conversa foi realizada no Centro Espírito São Jorge, erguido e mantido por Maria Laurinda.

Maria Laurinda 400

“É muito legal ver uma pessoa com tanta experiência, que sabe contar toda a trajetória de sua família desde os seus bisavós. Nota-se que é uma trajetória de resistência, que não está nos livros e é transmitida oralmente. A gente percebe muita força, muita resistência em Maria Laurinda”, afirma a diretora do Sindicato, Lucimar Barbosa.

Confira as fotos da vivência. 

Depois o grupo fez uma trilha pela Floresta Nacional de Pacotuba e prestigiou o lançamento do documentário “ que resgata a memória oral dos moradores e moradoras mais antigos da comunidade por meio de estórias do cotidiano, costumes e tradições populares. Para finalizar, foi realizada uma roda de Caxambu, um folguedo que surgiu no final do século XIX, com a abolição da escravidão, como forma de comemorar a conquista da liberdade.

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