Sindicato retarda abertura de agências do Itaú em protesto contra demissões

Em protesto contra as péssimas condições de trabalho e a demissão de bancários, o Sindibancários/ES retarda a abertura das agências do Itaú na Praia do Canto, Centro de Vitória e Centro de Vila Velha na manhã desta quarta-feira, 09. Mesmo com lucro de R$ 17.662 bilhões nos nove primeiros meses do ano, o Itaú continua […]

Em protesto contra as péssimas condições de trabalho e a demissão de bancários, o Sindibancários/ES retarda a abertura das agências do Itaú na Praia do Canto, Centro de Vitória e Centro de Vila Velha na manhã desta quarta-feira, 09. Mesmo com lucro de R$ 17.662 bilhões nos nove primeiros meses do ano, o Itaú continua sobrecarregando seus empregados, que sofrem ainda com o constante assédio moral para o cumprimento de metas. 

No Estado, já ocorreram 48 demissões em 2015. O número seria maior, não fossem sete reintegrações feitas pelo Sindicato via ação judicial, após desligamentos irregulares do banco. A onda de demissão, que aumentou depois da Campanha Salarial da categoria, não acontece só no Espírito Santo. Na primeira semana de dezembro, 160 empregados da área de Tecnologia da Informação foram demitidos em São Paulo.

Com a redução do quadro de funcionários, a sobrecarga de trabalho aumenta e atendimento aos clientes fica prejudicado. “Não vamos aceitar que o Itaú continue impondo essa forma de gestão que adoece cada vez mais bancários e bancárias. Os clientes também sofrem com a escassez de empregados, pois têm que enfrentar longos períodos de espera. Enquanto isso, o bancário trabalha dobrado pois é pressionado a alcançar metas inatingíveis. Essa situação é inaceitável e continuaremos lutando para que o Itaú respeite seus empregados e clientes”, enfatiza o diretor do Sindibancários/ES, Marcelo Dalarmelina.

O Sindicato dos Bancários/ES, junto com a categoria, luta para que o Itaú respeite os direitos dos seus trabalhadores e garanta um atendimento de qualidade aos clientes. É inaceitável que o banco continue obtendo altos lucros em cima do adoecimento dos bancários e do precário atendimento à população.

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