Vote Jessé Alvarenga na eleição para o Conselho de Administração

A eleição para o Conselho de Administração acontece nesta quarta-feira (16) e exigem participação dos bancários em momento crucial para o Banestes. Votação ocorre pelo sistema Notes. O Sindibancários/ES defende o nome de Jessé no Conselho por conhecer sua trajetória como bancário e seu compromisso democrático com os espaços de construção coletiva das pautas de […]

A eleição para o Conselho de Administração acontece nesta quarta-feira (16) e exigem participação dos bancários em momento crucial para o Banestes. Votação ocorre pelo sistema Notes.

O Sindibancários/ES defende o nome de Jessé no Conselho por conhecer sua trajetória como bancário e seu compromisso democrático com os espaços de construção coletiva das pautas de reivindicação dos banestianos. Uma atuação marcada pelo compromisso com o patrimônio do Espírito Santo e a com a transparência na tomada de decisões que dizem respeito aos direitos dos trabalhadores. “A atuação de Alvarenga no Conselho de Administração entre 2008 e 2010 é um exemplo de sua postura enquanto bancário, foi por meio de sua iniciativa e coragem que a população pode alavancar o Comitê em Defesa do Banestes Público e Estadual, entidade importante para impedir a venda do banco capixaba ao BB em 2009”, aponta Carlos Pereira de Araújo (Carlão), diretor do Sindicato.

Eleição ocorre nesta quarta-feira (16)
A eleição para o Conselho de Administração ocorre apenas nesta quarta-feira (16) pelo Notes. O bancário precisa ficar atento à data e votar no candidato comprometido com a defesa do Banestes e com a valorização dos trabalhadores do banco. A luta em prol do Banestes público e estadual pautou a militância de Alvarenga enquanto bancário.
Em um momento de incertezas para os banestianos, quando a PLS 555/2015 corre em regime de urgência no Senado, garantir a eleição de um bancário disposto a defender o Banestes público e do povo capixaba é determinante. Chamado de “Estatuto das Estatais”, o PLS propõe a abertura de capital de no mínimo 25% das ações das empresas estatais brasileiras, transformando todas elas em Sociedades Anônimas (SA).

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